Os melhores jogos de 2017

Finalizando o ano de 2017 e aqui estão as avaliações dos melhores jogos do ano. Vale ressaltar que é uma opinião completamente pessoal baseada nos jogos que eu joguei e que foram lançados no ano de 2017. O dia 31/12 é um dia apropriado para isso. Lembrando mais uma vez que os critérios são absolutamente pessoais, portanto poderão haver inúmeras discordâncias aqui.


Categorias:

  • Melhor enredo
  • Melhor trilha sonora
  • Melhor direção de arte
  • Melhor jogo indie
  • Melhor jogo de portátil / celular
  • Jogo do ano

MELHOR ENREDO: Persona 5



Persona 5 conta a história de adolescentes japoneses com poderes especiais que os torna capazes de mudar as pessoas para melhorar a sociedade. A saga dos Phantom Thieves leva o prêmio em 2017 como o enredo mais bem trabalhado e desenvolvido!


MELHOR TRILHA SONORA: Final Fantasy XIV - Stormblood

A segunda expansão do MMORPG da Square Enix não decepciona novamente e assim como Heavensward revigora a franquia com a trilha sonora composta principalmente por Masayoshi Soken com temas memoráveis como a batalha contra o Primal Susano.


MELHOR DIREÇÃO DE ARTE: The Legend of Zelda - Breath of the Wild

Não há como haver uma discussão este ano. O jogo é uma obra de arte e vai ser lembrado por anos.


 MELHOR JOGO INDIE: Cuphead


É quase inacreditável o que um time de 15 pessoas conseguiu produzir com Cuphead. Acredito que seja o melhor jogo indie de todos os tempos.


Melhor jogo de portátil / celular: Pokémon Ultra Sun / Ultra Moon

A disputa foi bastante dura pois saíram vários jogos interessantes em 2017, principalmente para o 3DS. Samus Returns merece uma menção honrosa, mas Pokémon Ultra Sun / Ultra Moon é uma produção bem mais ambiciosa.

E o jogo do ano vai para:

THE LEGEND OF ZELDA - BREATH OF THE WILD


O impacto que este jogo vai causar na indústria de jogos ainda está por ser visto. É o melhor exemplo de como pegar uma fórmula e refiná-la ao ponto de tornar um jogo uma obra de arte atemporal. Assim como Ocarina of Time já havia feito nos anos 90, Zelda: Breath of the Wild faz com a cena de jogos desta década. Será sempre lembrado como um dos melhores jogos da fraquia - se não o melhor de todos.



Publicado por: Phalk em 31 de Dezembro de 2017 às 02h12

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Review: I am Setsuna (Nintendo Switch)


I Am Setsuna é uma tentativa de reproduzir os clássicos RPGs da era 16 bits em um ambiente 3D.

Achei a proposta bastante interessante e o jogo tem um ritmo bem trabalhado. Apesar de ser um jogo bem curto pros padrões dos JRPGs atuais (torno de 25 horas com todo o conteúdo extra) a experiência foi bastante gratificante, apesar do budget do jogo ser bastante baixo o que leva a muitas repetições de monstros e lugares.

O sistema de batalha

Vários dos sistemas do jogo tem uma inspiração clara em Chrono Trigger e Chrono Cross, como o nome de vários itens e várias técnicas. Você pode escolher para a batalha um time de até 3 membros e diferentemente dos RPGs atuais, é um jogo bem cruel como os antigos: Se seu grupo de 3 pessoas perder a batalha é game over, você volta pro seu último ponto salvo. O sistema de Dual Techs e Triple Techs do Chrono Trigger também está presente, inclusive com algumas das técnicas presentes no jogo como por exemplo o X-Strike:


As técnicas triplas de Chrono Trigger também estão presentes. Entretanto essas acabam por quebrar o jogo em alguns momentos pois são muito poderosas, forçando o jogador a depender delas pra prosseguir. A dificuldade é outro ponto importante a se tocar no jogo: Se você usa combos específicos o jogo acaba se tornando fácil demais, e caso tente fazer algo diferente dos principais combos o jogo se torna bastante difícil: Ou seja, não há um meio termo.


Enredo (Contém spoilers)

O enredo do jogo é bastante simples: Você joga no papel de Endir, um mercenário. Como nos jogos da era dos 16 bits, o protagonista aqui é silencioso. O máximo que você vai escutar dele são as frases durante o combate (e caso você queira ainda pode desabilitar até essas). Após ser enviado para assassinar uma jovem, acaba sendo comovido por sua missão e se torna parte da escolta de Setsuna até as Last Lands, onde ela deverá se sacrificar para temporariamente livrar o mundo da ameaça crescente dos monstros.

O desenvolvimento da trama é bastante simples e direto. Porém ficamos com um gosto esquisito ao terminar: Claramente a produção do jogo parece ter sido acelerada, pois vários questionamentos que surgem durante a aventura ficam sem resposta ao final. Apesar disto, nada que atrapalhe ou diminua a qualidade do roteiro. É roteiro simples e bem executado.

Trilha Sonora

Esse é o ponto alto pra mim do jogo. No começo estranhei bastante a falta de instrumentos nas músicas (toda a trilha é composta unicamente no piano). Porém com o passar dos dias ela foi crescendo em mim e hoje é uma das minhas favoritas em todos os jogos que já joguei. As melodias buscam inspiração em vários clássicos como Chrono Trigger e Chrono Cross mais uma vez. O resultado é fascinante.



Gráficos

Apesar de se notar o baixo orçamento endereçado ao jogo, os gráficos são bem peculiares. O mundo todo de I am Setsuna está coberto por uma camada densa de neve. Em alguns pontos do enredo o jogo nos dá a entender que essa neve é perpétua no mundo do jogo e por isso é encontrada em todos os cantos do mapa. É algo diferente, e apesar de repetitivo dá um certo charme ao jogo.


Avaliação:

Nome: I Am Setsuna
Plataforma:
Nintendo Switch
Desenvolvedor:
Tokyo RPG Factory / Square-Enix
Gênero:
JRPG
Pontuações:
Sistemas: 8/10 - Enredo: 6/10 - Música: 9/10  - Gráficos: 6/10

NOTA FINAL: 7.5/10



Publicado por: Phalk em 07 de Dezembro de 2017 às 23h09

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Review: Dragon Quest VIII (Nintendo 3DS)


Terminei a versão do 3DS. Já tinha ido até o final na época do Playstation 2 mas não havia realmente finalizado o jogo. Encerrei com 50 horas jogadas.

Meu Protagonista usei sword, na Jessica usei staff, no Angelo usei bow e na Red usei dagger.

Alguns pontos sobre o jogo:

  • Gráficos infinitamente inferiores à versão de PS2. Basicamente é a versão mobile com algumas melhorias gráficas APENAS. Pegaram um downgrade e deram um upgrade pequeno, o que não faz muito sentido pra mim.
  • Os sistemas do jogo estão todos melhorados em relação ao PS2. Dificuldade e grind balanceados melhor (apesar do grind ainda ser insano).
  • O conteúdo extra é sensacional. A Red é um personagem muito útil.

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Os gráficos inferiores contaram MUITO nessa pontuação pois realmente ficou bem feio, e normalmente não é uma coisa que costuma me incomodar. O efeito 3D que poderia aliviar um pouco isso está ausente no jogo (algo que não faz sentido algum) e ele contém alguns problemas de textura horrendos, coisa nível N64/PS1 mesmo. É um port esforçado mas claramente feito por uma equipe sem muito talento pra isso.

 

Nome: Dragon Quest VII: Journey of the Cursed King
Plataforma: Nintendo 3DS
Desenvolvedor: SQUARE-ENIX
Gênero: JRPG
Minha avaliação: 7/10


Publicado por: Phalk em 21 de Julho de 2017 às 22h07

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Review: Devil Survivor 2 (Nintendo 3DS)

Terminei Devil Survivor 2. Nossa, que jogo. Eu já havia terminado o Devil Survivor no meu antigo DS Lite, e esse conseguiu superar o primeiro em todos os aspectos e seguindo a mesma fórmula do primeiro, tanto com a fórmula do jogo como com uma história bem semelhante. Terminei o jogo com 41 horas jogadas. O mais incrível é que essas 41 horas foram jogadas em menos de uma semana, algo raro pra mim. (O jogo bateu o recorde do meu 3DS de maior média de tempo jogando, joguei mais de 2 horas todas as vezes que abri o jogo, haha.

Devil Survivor 2 é um jogo que mescla Visual Novel com S-RPG, de uma forma que eu nunca tinha visto antes do primeiro. A grande diferença é que nessa versão, o estilo parece ter amadurecido um pouco em relação ao seu antecessor e a fórmula ficou ainda mais agradável (e sem as dores de cabeça com a dificuldade inata no título anterior).

Eu diria que foram 41 horas muito bem gastas, haha. Personagens extremamente cativantes e um senso de realidade absurdo, não através de gráficos ou tecnologia, mas através da forma mais clássica de transmitir esse sentimento: um bom enredo.
Enfim, isso aqui não é um review, apenas uma nota de um grande jogo que acabei de terminar, haha.


 


Nome: Devil Survivor 2 Record Breaker
Plataforma: Nintendo 3DS
Desenvolvedor: ATLUS
Gênero: Visual Novel / S-RPG
Minha avaliação: 9/10


Publicado por: Phalk em 07 de Fevereiro de 2016 às 18h02

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O que há depois da morte?

 
 
 


Publicado por: Phalk em 24 de Fevereiro de 2015 às 22h02

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